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Nossa curadoria usa inteligência e recomendações reais para sugerir presentes adequados à idade, interesse e momento da criança.

Com produtos próprios e de parceiros selecionados, você encontra opções criativas e diferenciadas, que grandes redes não oferecem.

Cada sugestão é pensada para estimular brincadeiras reais, desenvolvimento e menos tempo de tela. Presentear passa a ter mais propósito.
Acreditamos que brinquedos e brincadeiras não são só formas de entreter – são ferramentas poderosas para desconectar as crianças das telas e reconectar com o que realmente importa: o brincar, a imaginação e a infância de verdade.
das crianças brasileiras de 0 a 12 anos possuem seu próprio smartphone. Além disso, 35% utilizam o aparelho dos pais, indicando uma exposição precoce e significativa às telas.
das crianças e adolescentes acessam redes sociais diariamente no Brasil. Esse uso frequente pode aumentar a exposição a riscos online e impactar negativamente o desenvolvimento social e emocional.
das crianças começaram a usar redes sociais antes dos 12 anos, muitas vezes mentindo sobre a idade para criar um perfil. Essa precocidade expõe as crianças a conteúdos inadequados e potenciais riscos de segurança.
Crianças e adolescentes passam, em média, 4 horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos. Estudos mostram que o tempo de tela aumentou significativamente, com crianças entre 3 e 18 anos dedicando cerca de 246 minutos por dia a dispositivos eletrônicos.
1 em cada 3 crianças e adolescentes relataram ter enfrentado situações ofensivas ou desconfortáveis online. E só 1/3 delas conversaram com os pais ou responsáveis sobre o ocorrido, indicando uma lacuna na comunicação familiar sobre os perigos da internet.
Menos de 50% dos pais ou responsáveis acompanham as atividades online de seus filhos. Essa falta de supervisão aumenta a vulnerabilidade das crianças a riscos como cyberbullying e assédio virtual.
dos estudos que avaliaram crianças constataram aumento da depressão associado ao abuso da exposição a telas nesse grupo. Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais revelou que, em crianças, o uso excessivo de telas está fortemente ligado ao aumento de casos de depressão.